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Como Calcular a Bola de Neve de Dívidas: o Pagamento em 58 Meses dos 45.000 Padrão, 6.487,76 de Juros, o Empate Bola de Neve e Avalanche, e os 538,46 que a Avalanche Economiza ao Divergir

Simule bola de neve contra avalanche mês a mês: três dívidas padrão que somam 45.000 são quitadas em 58 meses com 6.487,76 de juros, uma extra de 200 economiza 3.290,77, e o teto de 600 meses marca um plano impagável.

O pagamento de uma dívida é um processo mês a mês, e chutar o total engana. A Calculadora de Bola de Neve de Dívidas simula os dois métodos em paralelo: cada mês soma juros a cada saldo, cobra os pagamentos mínimos, aplica a extra à dívida alvo, e quando uma dívida é quitada, o mínimo dela vai para a próxima. Tudo acontece no navegador; nenhum saldo é enviado.

Três dívidas padrão que somam 45.000

A ferramenta abre com três dívidas: um cartão de 5000 com 18 por cento e mínimo de 150, um financiamento de carro de 15000 com 6 por cento e mínimo de 300, e um empréstimo estudantil de 25000 com 5 por cento e mínimo de 250. Juntas somam 45.000 de capital. A taxa mensal é a anual dividida por 12, então 18 vira 1,5 por mês. Os três mínimos somam 700, e com a extra padrão de 200 o plano compromete 900 todo mês. O cartão costuma ser a primeira dívida a morrer, e a Calculadora de Pagamento de Cartão de Crédito modela esse saldo sozinho.

Por que os dois métodos empatam no padrão

A bola de neve paga primeiro o menor saldo; a avalanche paga primeiro a maior taxa. No padrão as duas ordenações coincidem: 5000 é ao mesmo tempo o menor saldo e a maior taxa. As duas simulações terminam idênticas em 58 meses, com 6.487,76 de juros e 51.487,76 pagos no total, exatamente 45.000 mais os juros. O cartão é quitado no mês 17, o carro no mês 35 e o estudantil no mês 58. Como a avalanche não consegue reclamar um número de juros menor, o selo do vencedor credita à bola de neve o impulso psicológico de quitar uma dívida cedo.

Quanto vale a extra de 200

Coloque a extra em zero e aquelas mesmas três dívidas levam 78 meses, com 9.778,53 de juros. A extra de 200 corta para 58 meses e 6.487,76, economizando 20 meses e 3.290,77 de juros, e puxa a quitação do cartão do mês 47 para o mês 17. Para um único empréstimo amortizado a mesma aritmética vive na Calculadora de Empréstimo, e o Conversor de APY/APR é onde você confere a taxa que digita antes que o plano a herde.

Quando os métodos divergem: 538,46 para a avalanche

Dê à ferramenta um saldo pequeno de 3000 com 4 por cento e mínimo de 100, e um saldo de 10000 com 18 por cento e mínimo de 150, mantendo a extra de 200. A bola de neve ataca 3000 primeiro e termina em 38 meses com 3.839,71 de juros, quitando a dívida pequena no mês 11. A avalanche ataca primeiro o 18 por cento, termina em 37 meses com 3.301,25 de juros, e economiza 538,46. A bola de neve ainda entrega uma vitória cedo no mês 11, o negócio pelo qual o método é conhecido.

O teto de 600 meses e a faixa vermelha

A simulação para em 600 meses, cinquenta anos, e se os juros superam os pagamentos ela marca o resultado como impagável com uma faixa vermelha em vez de uma data. Coloque 10000 a 24 por cento com mínimo de 200 e sem extra: o juros mensal é exatamente 200, o saldo fica parado em 10000 pelos 600 meses, e nenhuma data chega. Quite dívidas pressupõe um colchão, que a Calculadora de Fundo de Emergência dimensiona antes de redirecionar caixa, e uma Calculadora de Meta de Poupança diz o que os mínimos liberados viram quando a última dívida se vai.

Para onde vão os números

A tabela mês a mês é o coração do guia de pagamento de cartão de crédito, que trabalha a mesma fórmula num saldo único, e o colchão que deve ficar ao lado vem do guia do fundo de emergência. Rode o padrão, troque as taxas para as ordenações divergirem, e leia os dois selos antes de escolher o método.

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Perguntas Frequentes

Por que a bola de neve e a avalanche dão o mesmo resultado no padrão?

Porque no conjunto padrão 5000 é ao mesmo tempo o menor saldo e a maior taxa. As duas ordenações coincidem, as duas simulações pagam as mesmas dívidas na mesma ordem e terminam em 58 meses com 6.487,76 de juros. Troque duas taxas e as ordenações se separam, e é aí que os totais começam a diferir.

Como o pagamento extra é aplicado todo mês?

Primeiro os mínimos, sempre, sobre cada dívida viva. O que fica vai para a dívida alvo em ordem de prioridade, e quando uma dívida se retira, a parte não gasta do mês é liberada na hora, enquanto o mínimo completo é redirecionado às metas restantes a partir do mês seguinte. Por isso a extra de 200 mais os mínimos de 700 quitam os 45.000 em 58 meses.

Qual método economiza mais juros?

A avalanche, sempre que as ordenações não coincidem. Com um saldo de 3000 a 4 por cento e um de 10000 a 18 por cento, a avalanche termina em 37 meses com 3.301,25 de juros contra 3.839,71 da bola de neve, uma diferença de 538,46. A bola de neve compra uma quitação cedo e ímpeto. Escolha o método que você ainda estará executando no mês 17, porque o método que você mantém vence o que economiza.

O que o teto de 600 meses faz?

A simulação para depois de 600 meses, cinquenta anos, aconteça o que acontecer. Se os juros superam os pagamentos, não existe data de quitação, e a ferramenta marca o resultado como impagável com uma faixa vermelha. Exemplo: 10000 a 24 por cento com mínimo de 200 e sem extra gera exatamente 200 de juros todo mês, o saldo fica parado, e a faixa aparece após 600 meses.

Posso adicionar mais de três dívidas?

Sim. Cada linha é uma dívida com seu próprio saldo, taxa anual e mínimo, e o botão de adicionar acrescenta linhas; as três padrão são só o estado inicial. A simulação se reordena todo mês, então um 3000 novo a 4 por cento com mínimo de 100 entra na frente da ordem da bola de neve e pela taxa na da avalanche.

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